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  • Foto do escritor: Arquivo Sáfico
    Arquivo Sáfico
  • há 1 dia
  • 6 min de leitura

No primeiro post de fevereiro dou por encerrado o "ano novo", para passar ao "ano corrente". Mas só no fim do post. Porque até lá, isto ainda é sobre 2025.


Portanto, neste último post sobre 2025, e uma vez que já falei dos filmes que andei a ver no ano anterior, deixo-vos agora os livros que andei a ler. Tinha planeado isto para o último de janeiro, mas as Rebel Dykes chamaram por mim e troquei.


A fazer esta retrospectiva pelo storygraph percebi, sem surpresa nenhuma (para mim), que ando a usar livros como escape, optando por coisas mais leves que deixem de certa forma descansar a cabeça de coisas mais pesadas (e pelos vistos, tenho panca por livros com "fake dating"). E então, tenho de me lembrar neste ano de ler mais não ficção e mais livros que quero muito ler há muito tempo, mas que têm ficado para trás, trocados pelos romances que vão aparecer abaixo. Aceito recomendações (mas na verdade já tenho vários comprados à minha espera)!


Também é engraçado e um tantinho assustador recordar os meus hiperfocos em determinados livros e determinadas autoras e ver quais li de uma assentada.


Deu, ainda, para ver que andei a ler muito mais ebooks do que livros físicos e que também muito pela praticidade que é ler no telemóvel que anda sempre comigo, tenho deixado os livros físicos para trás, o que também quero reverter. Recomecei a ler o "Essa Dama Bate Búe" este ano (tinha começado em agosto mas parei over situationship gone wrong), mas como tem estado a chover tenho medo de o levar comigo e que se molhe, virei-me novamente para os ebooks e primeiro livro do ano foi o "A Guardiã" (versão ebook), que vai ter sessão do Clube de Leitura das BLX no dia 24 de fevereiro, na Biblioteca Orlando Ribeiro.


Mas voltando aos livros lidos em 2025...


Storygraph, storygraph meu, que livros andei a ler eu?


Por norma tenho sempre o objetivo mínimo de ler 12 livros (pelo menos um por mês). A app diz-me que o ano passado li 35:


  • [14/01] Tinha tudo para dar errado, G.B. Baldassari

  • [15/01 a 16/01] AMOR FATI, G.B. Baldassari

  • [16/01] UMA PITADA DE SORTE, G.B. Baldassari (Claramente hiperfoquei nos livros das G.B. Baldassari)

  • [31/01] The Princess and the Grilled Cheese Sandwich, Deya Muniz

  • [31/02 a 04/02] Pink Lemonade, G.B. Baldassari (e voltou...)

  • [06/02 a 08/02] I Think I Love You, Auriane Desombre

  • [06/02 a 13/02] As regras do jogo, Arquelana

  • [13/03 a 15/03] A Garota do Topo, Helena Nolasco

  • [15/03 a 16/03] A melhor amiga da noiva, Lívia Medeiros

  • [19/03 a 20/03] Debaixo Do Meu Chapéu, Maria Freitas (Para quem leu o post dos filmes, acho que era neste livro que estava a pensar quando falei do filme "Nova & Alice", mas o plot nem é tão parecido assim...)

  • [03/04 a 04/04] Melhor que inimigas, Pris Santiago

  • [05/04 a 07/04] Marriage of Unconvenience, Chelsea M. Cameron

  • [14/04 a 18/04] Eu que não amo você, Maria Freitas e Kah NS

  • [15/04 a 18/04] Cada seis meses, Clara Duarte

  • [16/05 a 18/05] Uma Namorada para o Natal, Olivia Ayres (estou a rir muito por ter lido um livro de Natal em maio 😅)

  • [19/05 a 21/05] Unstoppable You, Chelsea, M. Cameron

  • [22/05 a 23/05] Unlikely You, Chelsea M. Cameron

  • [24/05 a 06/06] Unforgettable You, Chelsea M. Cameron

  • [06/06 a 08/06] Conectadas, Clara Alves (Estou a rir agora da pausa no SMUT para ler um livro infanto-juvenil, muito fofo por sinal)


Bem, destes 35 livros, os únicos que me lembro de pensar "Quero mesmo ler este" e dos quais tenho mais memória, foram os seguintes:


  • The Princess and the Grilled Cheese Sandwich/A Princesa e a Tosta de Queijo, Deya Muniz - Já tinha visto online, e achei piada ao título, mas acho que foi só depois de ter ouvido falar dele num evento no Centro LGBTI que fui procurar para ler.

  • Cada seis meses, da Clara Duarte (ES) - Como assim, um livro sáfico sobre uma pessoa que só vive durante seis meses por ano?

  • Atmosfera, da Taylor Jenkins Reid - Adorei Os Sete Maridos de Evelyn Hugo e quis ler este da mesma autora, até pela temática do livro me lembrar muito da Sally Ride)

  • Pardalita, da Joana Estrela - Como assim, uma bd sáfica portuguesa?

  • A Homossexualidade Feminina, de Teresa Castro d'Aire - Este já tinha lido partes e já tinha mencionado no blog, foi aqui que vi a história da mulher que "ficou lésbica depois de uma anestesia" ao olhar para a enfermeira 😅. Finalmente lá o li todo. Relatos interessantes das lésbicas portuguesas, com entrevistas publicadas em 1996.

  •  Os Sete Maridos de Evelyn Hugo, da Taylor Jenkins Reid - Este foi uma releitura. Gosto muito deste livro. Queria ter relido mais cedo. Hei de reler novamente.

  • Manual de ghosting para principiantes, da Clara Duarte (ES) - Como assim um livro sáfico sobre "ghosting" literalmente? Li-te-ral-mente! Em que uma das protagonistas morre no prédio da outra depois de uma one night stand ao cair das escadas enquanto roubava a thermomix e lá fica a assombrá-la???? 😂 Esperei muito muito por este livro e achei muito engraçado!

  • Strap In, da Lou Morgan - Já nem me lembro bem do livro, mas adoro puns (trocadilhos) e double meanings e um livro chamado Strap In com advogadas como protagonistas (eu estudei direito) foi feito para ser lido 😅

  • Make My Wish Come True, Rachael Lippincott e Alyson Derrick - Queria ler livros sáficos de Natal nesta altura (E tinha feito a tertúlia no dia 29/11), e este é das mesmas autoras do "She Gets the Girl/Ela fica com ela" que também já tinha lido.

  • Princess Princess Ever After, K. O'Neill - É um livro de bd infantil muito curtinho e muito fofo que quis ler depois de descobrir que havia uma versão sáfica do jogo "Love Letter" com as personagens deste livro, que não conhecia antes.

  • Make the Season Bright, Ashley Herring Blake - Outro livro de Natal que quis ler, da mesma autora de um livro que gosto muito que é o "Delilah Green Doesn't Care".

  • Where There's Room For Us, Hayley Kiyoko - Da nossa Lesbian Jesus



Quanto aos restantes, o de Rafa Jacinto foi emprestado. Os outros li mais por acaso. Aparecia um nalgum post das redes sociais e eu pensava "tem ebook barato? vou ler" e, por vezes, depois ia ler mais da mesma autora. Já não me lembro bem deles, logo não devo ter adorado nenhum, mas devo ter gostado de todos. O Conectadas foi fofo e já falei dele antes, o pink lemonade lembro-me que estava a gostar de ler até acontecer qualquer coisa que já não gostei tanto, mas já não me lembro o que foi 😅 (adhd) Tinha de ir reler as sinopses para avisar a memória, mas não deu. Os únicos livros que me lembro de não ter gostado de ler em 2025 não aparecem nesta lista, porque não os acabei e foram abandonados, que são "A pior das boas ideias" e o "Hotshot".



Finalizada a lista, termino assim este post, ainda no sábado, mas por pouco. Até à próxima semana!




PS: No Domingo (que está quase), tudo a votar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! (menos quem não puder mesmo, como nas zonas afetadas pela tempestade)

PPS: Se puderem, ajudem! Existem muitos locais de recolha de bens e informações para doações e voluntariado.



 
 
 
  • Foto do escritor: Arquivo Sáfico
    Arquivo Sáfico
  • 31 de jan.
  • 5 min de leitura

No dia 29 de Janeiro de 2026 celebrou-se o 1.º International Rebel Dykes Day. Em Portugal seria o equivalente a Dia das Fufas Rebeldes, mas também há quem use Dia das Lésbicas Rebeldes.


A data escolhida marca a abertura do legendário club dyke fetichista "Chain Reaction", a 29 de janeiro de 1987 (Londres). Siobhan Fahey, produtora do documentário "Rebel Dykes" e fundadora da "Riot Productions", atribuiu ao Chain Reaction o mérito de ter proporcionado às lésbicas um local para se reunirem e formarem uma comunidade.


As Rebel Dykes lançaram o desafio na sua página do instagram, a dia 29 de janeiro de 2025, de criar e celebrar o International Rebel Dykes Day pela primeira vez em 2026, que é sobre celebrar a história das dykes e das Rebel Dykes em todos os lugares e sobre o que já está a acontecer com as dykes ao redor do mundo: os passeios de moto, os clubes, os protestos, a arte, a música, o caos, a alegria.


Portugal aceitou este desafio, através da Associação ILGA Portugal, que no dia 29 de Janeiro de 2026 exibiu o documentário "Rebel Dykes" no Centro LGBTI+, como parte da programação oficial deste dia. Na programação partilhada pela página das Rebel Dykes estão incluídos eventos em 5 países: Reino Unido, Tailândia, Escócia, Portugal e Bulgária.


No post conjunto da @ilgaportugal e @rebeldykes podemos ler que o International Rebel Dykes Day é um novo dia global para celebrar a história, a cultura, a resistência, a alegria - e a rebeldia dyke, e também temos as seguintes respostas:

O que é o International Rebel Dykes Day?


Uma celebração global das Rebel Dykes - passado, presente e futuro. Um dia para homenagear comunidades dykes que criaram cultura, ocuparam espaços e se recusaram a comportar-se.


Por que criar esse dia agora?


Porque a história dyke está a ser redescoberta, reativada e reinventada no mundo todo. Isto não é nostalgia - é um movimento vivo e em crescimento.


Por que 29 de janeiro?


29 de janeiro marca o aniversário da primeira noite noite do clube Chain Reaction quando dykes ocuparam espaço de forma barulhenta, orgulhosa e sem pedir permissão.


O que foi o Chain Reaction?


Um lendário clube fetichista dyke em Londres que se tornou uma faísca cultural. DIY (Do it yourself/ faça você mesme), político, teatral alegre - e formador de comunidade antes mesmo de existirem palavras para isso.


Quem são as Rebel Dykes?


Não são um estereótipo - são comunidades. Punks, bikers, butches, femmes, artistas, ativistas, trabalhadoras do sexo, organizadoras, lutadoras. Criaram cultura onde nada havia sido oferecido. E continuam aqui.


Um Renascimento Dyke Global


No mundo inteiro, dykes estão criando festas, Dyke Marches, arquivos, zines e novas cenas culturais. É global. DIY. Intergeracional. Político. Alegre. E está longe de acabar.


O que é o filme REBEL DYKES?


Um documentário premiado de 2021, dirigido por Harri Shanahan e Siân A. Williams, que conta a história do Chain Reaction, do movimento Rebel Dykes e do seu impacto duradouro. O filme está disponível para streaming em todo o mundo (veja o link na bio do Instagram @rebeldykes).



O post, de 23 de janeiro, também explica como apoiar o International Rebel Dykes Day 2026, através da partilha, da organização de eventos, do apoio a artistas, arquivos e espaços dykes, do uso da hashtag #internationalrebeldykesday e do planeamento de algo ainda maior para o próximo ano!


Fui ver o documentário ao Centro LGBTI+ e foi espetacular! O Centro estava cheio. As histórias que vimos são incríveis e dão-nos uma série de referências de pessoas, eventos, protestos, locais, zines, músicas, tudo à volta deste movimento.


Deixo aqui uma lista com algumas dessas referências:


Músicas:

  • I Hate Being in Love (Amy And The Angels)

  • He Called Me A Fat Pig (The Renees)

  • Life-No (the Petticoats)

  • Statement (The Poinson Girls)

  • Drink Problem (The Gymslips)

  • Rainforest (Strange Language)

  • Genocide (Sluts from Outer Space)

  • That's Why (Mouth Almighty)

  • Sister George (Sister George)

  • Queer Riot (Sluts from Outer Space)

  • Primal Bond (Tapanda Re)

  • Soray (Tapanda Re)

  • Wrapped Up in Sex (Mouth Almighty)

  • Rococo Subversive (Sister George)

  • Nicolette The Gigolette (The Darlings)

  • Riot In My Mind (The Poison Girls)

  • Handle Bar/Drag King (Sister George)

  • No Love Lost (Mouth Almighty)

  • Virus Envy (Sister George)

  • News Bong (John Tatlock)

  • Trouble (The Well Oiled Sisters)

  • Dive In Me (Nightnurse)

  • I Ride (Ran Shahi e Ellyott)

  • Baby's Been Sleeping in the Knifedrawer (The Brendas)

  • Dreams (The Petticoats)

  • Remember Me (Mouth Almighty)

  • Skirt (Nightnurse e Charley Stone)


Revistas/Livros:

  • Quim (Revista)

  • Love Bites (Livro fotográfico)

  • The Joy of Lesbian Sex (Livro)

  • On Our Backs (Revista)


Locais/Serviços:

  • Chain Reaction (S&M Club, Market Tavern in Vauxhall, Londres)

  • Greenham Common Women's Peace Camp (1981 - 2000)

  • Lesbian Line (Para onde ligaram a pedir informações, como por exemplo quais eram os bares lésbicos de Londres)

  • South London Women's Centre (Brixton)

  • Gateways (Club lésbico secreto, criado nos anos 50)

  • Kenric Society  (Bar/Club Lésbico)

  • The Bell (Bar/Club Lésbico)

  • Fabrik (Centro Cultural, Hamburgo, Alemanha)

  • Extasy (club na Finlândia)

  • Good Vibrations (Sexshop)

  • Sh! (Sexshop)

  • Thrilling Bits (Serviço clandestino de venda de Sextoys)

  • Silver Moon Women's Bookshop

  • Sisterwrite (Livraria)

  • Gay's The Word (Livraria LGBTI+ mais antiga do Reino Unido)

  • Switchboard Support Line

  • Friend Support Line

  • London Friend (A instituição de solidariedade LGBTI+ mais antiga do Reino Unido).


Coletivos/grupos:

  • Sistermatic (Duo Sound system)

  • Black Widows (Grupo de Motards Lésbicas)

  • The Sleeze Sisters (Grupo Musical)

  • Mouth Almighty (banda)

  • Rennes (banda)

  • Sluts from outer space (banda)

  • WAVAW (Women Against Violence Against Women) (Grupo de mulheres contra as Rebel Dykes da cena S&M)

  • The Stonewall Group

  • Act Up - AIDS Coalition to Unleash Power


Mulheres/Pessoas entrevistadas:

  • Debbie Smith

  • Karen Fisch

  • Atalanta Kernick

  • Maj Ikle

  • Susannah Bowyer

  • Roz Kaveney

  • Aphra

  • Jo

  • Seija Hirstio

  • Siobhan

  • Yvonne Taylor

  • Pom

  • Trill

  • Poulomi Usurp Desai

  • Rosanne Rabinowitz

  • Baya

  • Seija

  • Del La Grace Volcano 

  • Lulu Belliveau

  • Lisa Power

  • Billy

  • Sophie

  • Jim McSweenwy


Ações/Protestos:

  • Marcha contra a censura do Livro Love Bites

  • Names Project, na marcha de Washington 87'

  • Marchas contra a "Section 28"

  • Invasão a um debate na House of Lords

  • Invasão da "Six O'Clock News" na BBC




Se derem conta de algo que esteja a faltar nas listas acima, informem!


A certa altura do documentário foi mencionada uma "Lesbian Line" para onde ligavam para saber onde eram os bares lésbicos em Londres. Em Portugal nem bares lésbicos, quanto mais uma linha telefónica para informar dos mesmos. Ou será que há mas como não há linha lésbica, não sabemos quais são? 😭😅


E desse lado? Viram o documentário? Que acharam? Que gostaram mais de descobrir? Deixem as vossas respostas nos comentários! 😁





PS: Sabiam que a nossa primeira zine lésbica, a Organa, também tinha um serviço de venda de sextoys e outros produtos lésbicos (livros, filmes, etc.) ?? Hei de vos mostrar o catálogo num dos próximos posts. 😝




 
 
 
  • Foto do escritor: Arquivo Sáfico
    Arquivo Sáfico
  • 24 de jan.
  • 4 min de leitura

Neste primeiro post pós eleições, o Manuel João Vieira dos Ena Pá 2000 já não está nas presidenciais, mas as votações ainda não acabaram.


Enfim, é verdade que o MJV tem a sua piada e é uma crítica ao estado da política do país com o seu quê de sapiência, mas continua a ser machista reduzir o papel da mulher ao de servir, neste caso através da prostituição, prometendo "uma prostituta em cada esquina de cada cidade", por muito não séria que seja esta declaração. Já um psicanalista para cada português não era mal pensado...


Melhorar as condições de vida de todas as mulheres, para que seja trabalhadora do sexo só quem quer, e não quem se sente obrigada a recorrer a, por questões de sobrevivência, teria sido melhor promessa, mas não tinha tanta piada...


Carros, vinho e "putas" sempre foi um slogan conhecido e sabemos quem são as alas que querem voltar a reduzir o papel da mulher a um destes três objetos tão adorados pelos homens que nos querem governar. Mas puta só na cama, que de resto tem de ser dona recatada do lar, empregada de limpeza e sexual, que cuide da casa sem opinar em mais nada, e que seja uma "lady" na mesa. Pois, não. Já passaram, mas não passarão ainda mais se votarmos pela democracia. Nunca foi tão importante "votar pelo seguro" como na próxima voltinha do dia 8 de fevereiro.

E assumo que quem acompanhe um blog sáfico não seja a favor de candidatos ditatoriais, racistas, xenófobos e transfóbicos, que estão mortinhos por retirar todo e qualquer apoio às associações LGBTI+. Nem sei como pode um presidente fazer isto... (Não pode), mas o indivíduo já disse que iria retirar todos os apoios estatais à "ideologia de género" (Associações LGBTI+ e outras medidas específicas para a comunidade LGBTI+) e à igualdade de género (e a maior parte das medidas de igualdade de género com financiamento do Estado é sobre igualdade entre homens e mulheres cis, nem chega às questões queer, não sei se as mulheres cis que votam nesta desventura se apercebem destas coisas de irem perder direitos também, mas pronto). Este indivíduo não traz nada de bom para o país, mas chegou onde chegou, tal como outros ditadores populares antes de si, e resta-nos ter a consciência de votar para que a história não se repita.


Dia 8 de fevereiro, votem!

Mas hoje não é dia 8 de fevereiro, é dia 24 de janeiro e estamos num sábado, dia de post. Já perceberam qual é o tema do post de hoje? Não tem absolutamente nada a ver com política mas o meu cérebro foi buscar este título e juntou as duas coisas. 🤷‍♀️


Para quem ainda não sabe, o tema do post de hoje é:

Filmes Sáficos de 2025 😂 (Como assim??😂)


Para quem já tinha ouvido falar do filme Hedda e quem acompanhou os posts anteriores, foi mais fácil de chegar lá.


E nos posts anteriores, nomeadamente no "ano novo, resposta velha" e no "Ainda sei o que vi no ano passado (porque tenho TV Time)" "disse-vos o seguinte:

- "Qual será o primeiro filme sáfico que verei este ano?? Ainda não sei, quando acontecer logo vos conto"...

- "Segunda em princípio vamos ver o "Hedda" (2025). Espero que seja melhor do que estes 😅"


E foi mesmo. O Hedda foi o primeiro filme Sáfico que vi em 2026 e vim contar-vos (às duas pessoas que me estão a ler), tal como prometido. Dentro do género (Baseado numa peça, crime, mistério e alguma comédia) está bastante bom, a Hedda é uma personagem fascinante, altamente manipuladora e completamente tóxica, gostei... 😅, mas ainda não foi desta que vi um filme Sáfico com a representação que quero ver e gostava de ter mais filmes sáficos bons sem personagens tóxicas, mas pronto... Que está bem feito, está.


O Post anterior foi sobre os filmes que vi em 2025, mas este é sobre os filmes que saíram realmente no ano passado.


Alguns destes filmes estrearam em 2025 apenas no circuito de festivais, tendo como estreia oficial já este ano, como é o caso do "Chronology of Water", que está disponível nos cinemas portugueses desde dia 22 deste mês.


Outros filmes terão estreado oficialmente em 2025, mas se tiveram as primeiras exibições em 2024, também não estarão nesta lista.


Não encontrei muitos filmes nesta minha busca por filmes (com protagonismos) sáficos estreados em 2025, mas certamente que existirão mais e, se conhecerem, comentem e completem a lista!


Filmes Sáficos de 2025? Hedda Pá! Cá vai a lista:




Quais destes já viram? Conhecem mais algum ? Deixem as vossas respostas nos comentários 😁



 
 
 
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